A
gestão de pessoas, assim como toda parte de uma ciência, sofre atualizações com
o tempo ao agregar os novos conceitos e acompanhar o desenvolvimento e mudanças
na sociedade.
Desta
forma, a gestão de pessoas ao longo o desenvolvimento da ciência administrativa
passou por muitas fases que refletiam o sentimento do período, sendo:
·
Era da Industrialização Clássica
O
trabalhador era tido apenas e unicamente como uma peça da própria máquina
que operava. Deste, eram aproveitadas toda sua força física e capacidade mental
para proveito exclusivo da organização em que trabalhava.
·
Era da Industrialização Neoclássica
A
principal proposta era estabelecer um processo de maior humanização nas
empresas; dando ao elemento humano sua devida importância.
Nesta
abordagem, o homem passa a ser visto como um todo. Suas necessidades físicas,
psicológicas, e sociais passaram a ser de interesse da organização; já
que esta compreendeu que o elemento humano é o capital mais precioso de uma
empresa.
Aspectos
relacionados à satisfação no trabalho, à interação entre as pessoas, individual
e grupalmente, aspectos relacionados à motivação, à tomada de decisão e ao
estudo dos perfis de liderança ganharam destaque a partir desta teoria.
·
Era da Informação
O
movimento da gestão de pessoas na era do conhecimento passou a ser mais
valorizado nos anos 90; principalmente, com o advento da globalização. Saber
passa a ser um diferencial competitivo para as empresas; que foram
obrigadas a repensar suas estratégias de pessoas e, principalmente, seus
programas na área de RH; suas estratégias para atrair, desenvolver, compensar e
reter o mais importante ativo da organização, as pessoas.
CONTEXTO NA REALIDADE EMPRESARIAL
BRASILEIRA
·
Até 1930 (1ªRepública)
Nesse
período ainda com a economia do café, as relações predatórias entre capital e
trabalho com os requícios da escravidão e a noção de patrão e funcionário muito
verticalizadas.
·
de 1930 a 1945 (Estado Novo)
A
gestão de pessoas resumia-se às exigências legais, com a conquista de direitos
trabalhistas com Getúlio Vargas.
·
de 1945 a 1964 (2ª república)
A
gestão de pessoas se torna mais profissionalizada com práticas estruturadas na
gestão e a preocupação de desenvolvimento
de políticas para o desenvolvimento do pessoal, ao aplicar concepções de
planejamento dado com a segunda guerra mundial.
·
após 1964
A
gestão de pessoas apresentava questões mais atuais como descrição de cargos,
remuneração justa ligados ao movimento de modernização advindo da Europa, que
já estava bem a frente de tudo isso.
·
Anos 80
Os
modelos de gestão são colocados a prova no cenário de competitividade
apresentado pela mudança política e econômica do país com estabilidade
econômica, atração de investimento e capital estrangeiro.
A Equipe
.jpg)
Primeiramente quero parabenizar a equipe pela excelência no contexto geral, bem, o trabalho abordou adaptar-se à mudança é uma condição indispensável para a sobrevivência de pessoas e organizações.Refletir sobre os erros do passado é o primeiro passo para planejar melhor o nosso futuro.Vivenciamos, diariamente, o constante processo da mudança. A cada dia que passa, alguém descobre algo novo ou inventa algo útil para as nossas vidas. Por conseqüência de tantas novidades em produtos e serviços, acabamos alterando comportamentos e atitudes, pois se não tivermos essa iniciativa, acabaremos ficando para trás. muito boa a equipe, abordou bem o assunto..explicou de forma clara e objetiva.
ResponderExcluirJéssica Hayanne de Freitas Gomes
Parabéns a todos da equipe. O trabalho abordado nos mostrou uma evolução que vem acontecendo já há alguns tempos e que a tendência é inovar cada vez mais.Mudar faz parte e é fundamental para todos e todas as organizações para que possam se manterem vivas e estarem sobrevivendo nesse amplo mercado que é hoje , pois a competitividade é muito grande e a cada dia que está se passando aumenta, sempre algo novo surge que facilita ou até mesmo trás benefícios. Por essas mudanças se faz necessário ter iniciativas e modificar alguns pensamentos para que possamos caminhar adiante informados,atualizados por meios que nos auxiliam facilitando nosso progresso.
ResponderExcluirPricila Oliveira do Vale.
parabéns a equipe pela excelente apresentação.Esse assunto foi de suma importância na qual podemos esclarecer o objetivo de ressaltar a importância de obter-se vantagem competitiva através de pessoas.O avanço tecnológico teve uma grande importância nas organizações a obterem um diferencial competitivo,onde houve grande ajustes aos novos requisitos do mercado.Através da gestão do capital intelectual,as empresas conseguem sobreviver nesse mercado.O ser humano vem sendo valorizado,deixando para trás a idéia de meros recursos as pessoas tornam-se responsáveis por atingirem as metas e os objetivos empresariais,afim de alcançar o sucesso. Josefa Maria De Oliveira
ResponderExcluirWilly J. P. Guedes Alcoforado
ResponderExcluirParabéns pois esse é um assunto onde me desperta uma certa atenção, onde a gestão de pessoas vem para agregar valor dentro da organização, porque passou a ser muito valorizado principalmente na globalização da companhia.
Nesse modelo identica-se a necessidade de integração dentro das ações internas e externas da organização. Vi que essa gestão tem como foco ter em que os colaboradores possam trabalhar de maneira mais efetiva possível, sendo na produtividade, eficiência, recompensa e etc.
Assim considerando a preocupação com os colaboradores, os resultados viriam com consequência visando a melhoria eles adotam a avaliação de desempenho para ver onde precisa melhorar, então o líder da um coaching para que o colaborador obtenha o sucesso profissional.
Investir no desenvolvimento das pessoas tornam importante a competitividade na existência da organizacional, porque vivemos num momento onde os concorrentes se movem rápido para se estabelecer no mercado, então temos que entender, treinar e capacitar o colaborador para que possamos alcançar os desafios estabelecidos.
Bastante interessante pois num contexto representado por organizações e pessoas
ResponderExcluirque interagem numa relação de dependência mútua, onde a organização possibilita às pessoas o atingimento de seus objetivos que seriam-lhe intangíveis caso atuassem individualmente e em contrapartida as pessoas formam a força motriz para as organizações atinjam seus objetivos e cumpram suas missões.